A verdadeira história do Natal

No século III, o imperador romano Constantino, o mesmo que converteu todo seu império ao Cristianismo por decreto, instituiu o Natal, segundo os historiadores, com a intenção de ocupar a mesma data pagã de 25/12 dedicada ao deus pagão do Sol.

De lá para cá, as coisas só pioraram e um Papai Noel é introduzido junto com a troca de presentes, pinheirinhos e neve (nada comuns neste país tropical). A troca de presentes e até mesmo o pinheiro já faziam parte do ritual pagão. Hoje, incentivados pela mídia ávida de faturamento com a data, o costume se solidifica como verdadeira primeira necessidade até mesmo em países tropicais como o nosso.

Tudo ficou muito longe da manjedoura, símbolo do Cristo vivo que transforma em Natal 365 dias por ano. O Espírito do suposto aniversariante que ensinou amor, santidade, humildade e dedicação ao próximo é trocado por um espírito natalino dedicado ao deus mamon (das compras e do dinheiro) com exageros, gerando dividas, bebedice, glutonaria e excessos de todo gênero.

O que fica é o resgate do Espírito cristão e a busca de fazer do Natal não uma data só e que historicamente não traz o nascimento do Cristo em Belém da Judéia, mas de 365 dias de dedicação e busca deste Espírito Cristão verdadeiro.

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